Justiça torna réu e mantém preso suspeito de matar porteiro a facadas

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São Paulo — A Justiça tornou réu Emilio Carlos Swoboda Vigatto, de 43 anos, por ter matado a facadas o porteiro Gabriel Araújo Fonseca, de 48 anos, na Rua Caraíbas, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo. A prisão preventiva dele também foi mantida.

Segundo a juíza Celina Maria Macedo Stern, “há indícios de autoria e prova de materialidade do delito”. A magistrada ainda solicitou 12 laudos periciais que faltam no processo, entre eles do sangue identificado no carro de Emilio e de um bastão e um canivete apreendido com o suspeito.

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Marca de pegada de sangue na calçada

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Vítima foi identificada como Gabriel Araújo, que trabalhava como porteiro

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Homem morreu em frente a estabelecimento comercial

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Samu foi acionado e a morte foi constatada ainda no local

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Homem foi esfaqueado na manhã desta segunda-feira (2/12)

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Área onde ocorreu o crime está isolada

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Crime ocorreu em Perdizes, bairro da zona oeste de SP

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Caso foi na Rua Caraíbas, altura do número 386

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Emilio foi preso no dia 2 de dezembro. Ele fugiu do local do crime, mas foi identificado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) por meio da análise de imagens de câmeras de segurança. Quando encontrado, ele confessou o crime.

Uma câmera de monitoramento da Rua Caraíbas registrou o momento em que Gabriel Araújo foi morto a facadas (assista abaixo). O agressor, mascarado e vestido de preto, aparece andando em direção à esquina da Rua Caraíbas com a Rua Maringá.

Gabriel Araújo, de regata, shorts jeans e mochila, está andando na Caraíbas, em direção ao número 386. Ele voltava do Edifício Terracotta no número 510 da mesma rua, onde trabalhava como porteiro de uma empresa terceirizada.

O agressor então vem da Rua Maringá em direção a Gabriel e o acerta com várias facadas. Com o golpe, os dois entram no estabelecimento do número 386, onde funciona um restaurante. O ataque dura cerca de um minuto, e o agressor foge depois pela mesma rua pela qual veio ao encontro da vítima.

Segundo a Polícia Militar, uma testemunha que viu o homem ser esfaqueado acionou a corporação. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito no local.

O caso foi registrado como homicídio no 91º Distrito Policial (Vila Leopoldina), que requisitou assessoramento ao DHPP.

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