Investigação sobre fake news das enchentes chega à PGR, que avalia providências
O pedido de investigação sobre as fake news envolvendo as enchentes no Rio Grande do Sul chegou à Procuradoria-Geral da República (PGR), que analisa as providências que ainda serão requeridas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Os autos foram encaminhados ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, pela relatora do caso na Corte, ministra Cármen Lúcia. Cabe à PGR pedir diligências como quebras de sigilo, tomadas de depoimentos e buscas e apreensões.
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A investigação, que tramita em sigilo, foi anunciada nesta semana pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, atendendo a um pedido da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom).
O ministro-chefe da Secom, Paulo Pimenta, levou a Lewandowski uma lista de publicações com conteúdo falso – por exemplo, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não estaria ajudando o Rio Grande do Sul ou que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) estaria impedindo a chegada de donativos.
A petição chegou ao Supremo por envolver autoridades com foro especial, como deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), citados no ofício da Secom. Os parlamentares alegam ter feito críticas legítimas sobre o desastre gaúcho.
Memorial do Rio Grande do Sul após enchentes em Porto Alegre ficou com água cobrindo todo o andar térreo
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Memorial do Rio Grande do Sul
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Memorial do Rio Grande do Sul
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Memorial do Rio Grande do Sul
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Memorial do Rio Grande do Sul
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs) após enchentes em Porto Alegre
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs) após enchentes em Porto Alegre
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs) após enchentes em Porto Alegre
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs) após enchentes em Porto Alegre
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Porta de entrada do Margs após enchentes em Porto Alegre
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Jardim do Margs após enchentes em Porto Alegre
Crédito: Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) afetada pelas chuvas em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul
Crédito: Inês Martina Lersch/CCMQ/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) afetada pelas chuvas em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul
Crédito: Inês Martina Lersch/CCMQ/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Registro da Casa de Cultura Mario Quintana logo após as primeiras enchentes do Rio Guaíba; nível da água já subiu muito mais atualmente, afetando ainda mais o espaço
Crédito: Inês Martina Lersch/CCMQ/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação
Este conteúdo foi originalmente publicado em Investigação sobre fake news das enchentes chega à PGR, que avalia providências no site CNN Brasil.
